terça-feira, 15 de maio de 2012

Diretor de Educação a Distância fala sobre o Sistema UAB

O diretor de Educação a Distância da Capes, João Carlos Teatini, concedeu entrevista ao programa NBR Entrevista da Empresa Brasil de Comunicação.
No programa foi abordado o início da educação a distância no país, o objetivo do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), criado em 2006, e a qualidade dos cursos na modalidade a distância.
Veja a íntegra da entrevista:



O MEC (Ministério da Educação) tem o plano de triplicar o número de matrículas em cursos públicos de EAD (Educação a Distância) até 2014, passando dos atuais 210 mil alunos para 600 mil. O dado é do diretor de Educação a Distância da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), João Carlos Teatini, responsável pelo programa UAB (Universidade Aberta do Brasil). Entre os obstáculos, segundo o gestor, estão o preconceito e a resistência ao modelo e as dificuldades de conexão e falta de banda larga pelo país.


A UAB é um sistema integrado por universidades públicas de todo o país, que oferecem ensino superior a distância. Implantada no segundo semestre de 2007, ela dispõe de cursos de licenciatura, formação pedagógica, bacharelado, tecnólogo e sequenciais. Há também formação continuada nas modalidades de especialização, aperfeiçoamento e extensão, e o Profmat (Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional). Atualmente, a UAB tem cerca de 11 mil professores formados em graduações e outros 16 mil concluintes.

Arquivado em Cursos Online , Educação a Distância , Legislação ead , mec ,

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Cursos a distância com desconto de até 82%

O Instituto EADVIRTUAL lançou um projeto de educação continuada a distância e está com todos os cursos livres em promoção. Descontos de até 82% nos cursos
online.
Os cursos livres do  Instituto EADVIRTUAL – Ensino e Pesquisa Ltda – CNPJ 04217906/0001-13 – são amparados pela lei de diretrizes e bases da educação
nacional (lei n° 9394/96), pelo decreto federal n° 2.494/98 e decreto n° 2.208, de 17/04/97
São totalmente a distância e não tem encontros presenciais.
O certificado é enviado para a residência do aluno.
Alguns cursos do Instituto EADVIRTUAL.
…. entre outros.

Aproveite.

Visite o site www.eadvirtual.com.br

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Ex-presidente de Harvard vai criar universidade virtual

O que é possível fazer com US$ 25 milhões num período de dois anos? Larry Summers, que foi secretário americano do Tesouro e presidente de Harvard, aceitou o desafio de, com esse dinheiro e nesse espaço de tempo, ajudar a construir a melhor universidade online do mundo.
Chamado de Minerva, o projeto se autodenomina “a primeira universidade americana de elite lançada nos últimos cem anos”. A brincadeira faz referência ao fato de a mais nova instituição da Ivy League, organização que reúne as universidades top dos EUA, ter sido criada em 1865.

Entre os envolvidos com a fundação da instituição estão figuras de renome como Ben Nelson, empresário de 36 anos com experiência no mercado digital, além do fundo Benchmarck Capital, especializado em startups e responsável pelo aporte milionário de verba inicial.

A proposta desse time é criar uma instituição que entenda a internet como um meio legítimo de acesso a conhecimento de alta qualidade. “O papel pedagógico de Minerva é preparar os alunos para prosperar no mundo real”, diz o site ao definir os seus pilares.

“Quase todos os aspectos do Projeto Minerva são inovadores. O mais importante é que o currículo da universidade é centrado em um orientação analítica que ensina os estudantes a pensarem criticamente em qualquer circunstância”, disse a assessoria do projeto ao Porvir. A instituição usa a figura de Minerva, deusa da sabedoria, e tem como slogan “inteligência crítica”.

Com um processo de admissão rigoroso e a missão de formar líderes internacionais, Minerva deseja atrair não apenas alunos que costumam se inscrever para universidades como Harvard, Yale e Stanford, mas também bons alunos espalhados pelo mundo que não chegam a essas instituições. “Nossa missão é acelerar a trajetória de vida dos estudantes mais brilhantes e dedicados do mundo para construirmos coletivamente nosso futuro”, afirma a instituição.

Os estudantes terão à disposição cursos nas áreas de ciências sociais, ciências naturais, ciência da computação e negócios. Como nas universidades tradicionais, os cursos terão quatro anos. No primeiro, a sugestão é que eles vivam em seu país de origem e recebam uma formação básica. Nos subsequentes, os jovens serão encorajados a viverem em outras cidades ou países para incorporarem essa vivência em suas formações.

Se a intenção é promover um ensino de excelência comparável ao das universidades top dos EUA, uma diferença, no entanto, poderá ser sentida no bolso: como a plataforma é online, os fundadores esperam conseguir que as taxas sejam ao menos metade dos US$ 50 mil anuais cobrados nas outras instituições.

Também seguindo essa tendência, São Paulo lançou, na semana passada, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), voltada exclusivamente para o ensino à distância. A instituição terá R$ 24 milhões para dar início às atividades. Em quatro anos, a intenção do governo estadual é ter 24 mil alunos matriculados em cursos de Engenharia de Produção e da Computação e em Tecnologia em Processos Gerenciais.

Fonte: ESTADAO

Universidades trocam livros por tablets em cursos a distância

Os livros didáticos impressos já são coisa do passado em cursos de graduação e pós-graduação a distância de universidades particulares. O material em papel vem sendo substituído por dispositivos móveis do tipo tablet. Em uma tela de 10 polegadas, o aluno pode assistir a aulas gravadas ou a videoconferências, ler arquivos em PDF recomendados pelo professor, fazer exercícios e conversar com colegas de turma em fóruns e chats. Com um pouco menos de conforto, todas essas atividades também podem ser realizadas pelo celular.

Entre as instituições que adotaram a medida estão a Unip (Universidade Paulista), a ESPM (Escola Superior de Publicidade e Marketing), o Centro Universitário Uniseb, o Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa) e o Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) de São Paulo.

Há casos em que a escola entrega o dispositivo sem custo adicional para o estudante e, normalmente, o material não precisa ser devolvido após a conclusão do curso, somente em caso de desistência. Outras vezes, a instituição oferece só os livros em PDF e as plataformas de interação.

Investimento em tecnologia

As novas ferramentas exigem que as escolas invistam em tecnologias que adaptem os conteúdos aos meios digitais menores. “Em um dispositivo móvel, você tem uma navegação diferente da do PC. O usuário tem de conseguir fazer o que quer com menos cliques”, explica Bruno Weiblen, gerente da Blackboard no Brasil, empresa especializada nesse tipo de ferramenta, com mais de 300 mil usuários. Segundo ele, as instituições de ensino começaram a investir mais em tecnologia móvel em 2011.

A Unip, por exemplo, não oferece tablet ao estudante, mas verificou que 15 mil dos 55 mil alunos dos cursos de graduação e pós-graduação a distância já usaram alguma aplicação em tablet, desde que o sistema foi implantado, há quatro meses.

Anselmo Eduardo Martelini Júnior, 28, é gerente de projetos de tecnologia e cursa uma pós-graduação chamada EDP de Negociação (programa de desenvolvimento executivo em negociação, em tradução livre), com duração de sete meses. No início, recebeu todo o material didático: um tablet. “Cada módulo tem um mês. Antes de começar cada um deles, você baixa o material, que inclui tanto textos quanto alguns vídeos com especialistas falando sobre o assunto. O conteúdo é sempre atualizado, e você pode assistir a vídeos de especialistas que não vão estar no Brasil”, conta.

Defensores do papel

Na maioria dos casos, os dispositivos eletrônicos são oferecidos como alternativa aos estudantes, mas já há tentativas de acabar com o material impresso. No Uniseb, por exemplo, apenas materiais digitais e um tablet foram entregues aos estudantes no início deste ano. Alguns não gostaram da mudança, como a auxiliar contábil Priscilla Santos Sassone, 24, graduanda no curso a distância de ciências contábeis: “Dá medo de usar na rua e alguém roubar. E, com o livro, eu fico mais a vontade para fazer anotações”.
Priscilla faz parte de uma minoria, de acordo com a entidade. “De 15 mil, apenas 296 optaram pelo material impresso”, informou Jeferson Ferreira Fagundes, pró-reitor de educação a distância da Uniseb. Após as reclamações, a instituição voltará a oferecer o material impresso como opção, desde que o estudante devolva o tablet.

Economia de recursos

Os tablets, além de ampliar as possibilidades de estudo do aluno, também oferecem vantagens econômicas às escolas em relação à distribuição do material didático. “Antes, enviávamos livros quatro vezes por ano. Hoje, mandamos um tablet uma única vez, e o aluno carrega o conteúdo pela internet”, conta Fagundes
“O custo de produção inicial é praticamente o mesmo (design, diagramação e professores). Mas a distribuição do online tem um custo muito menor do que o de impressão e distribuição”, explica Beto Lucena, gestor de produtos da Affero, companhia que também produz tecnologias de ensino móvel.
A Estácio, instituição de ensino que oferece tablets a estudantes do ensino presencial desde março de 2011, estima que a migração do material didático para o meio digital gere uma economia anual de 6 milhões de páginas impressas.

Veja as pós-graduações a distância onde o aluno tem a possibilidade de escolher um tablete

http://www.posadistancia.com.br/

Fonte: Uol

Brasileiro investe mais na educação

Os gastos do brasileiro com educação vêm aumentando e sinalizam que as próximas gerações serão mais preparadas para alavancar o desenvolvimento do país e equiparar-se às nações desenvolvidas que tiveram na educação a variável mais importante para a qualificação profissional, o desenvolvimento da indústria, adotando novas tecnologias e inovação. A pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) Inteligência mostra que este ano o brasileiro vai gastar R$ 49,55 bilhões com educação básica e superior, ou seja, 13,5% a mais em comparação com 2011.
O gasto per capita atingirá R$ 303,92. Esses resultados mostram um aumento em relação ao ano passado, quando o gasto total foi de R$ 43,61 bilhões e o per capita, de R$ 267,68. Os dados, divulgados no Dia Mundial da Educação, em 28 de abril, foram estimados pelo Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência.

O Instituto informa ainda que a classe B, responsável por 24,45% dos domicílios urbanos, é a que apresenta maior potencial de consumo no segmento: 58,26%. A classe C, com 52,38% dos domicílios em áreas urbanas, responde por 18,67% do potencial de consumo da categoria, enquanto a classe A (2,6% dos domicílios) tem potencial de 21,55% e a DE (20,58% dos domicílios), de 1,53%.

A família de Luiza Dunguel, de 36 anos, professora de educação física e que estuda para fazer concursos públicos, conta que ajuda nas despesas que ela tem com a formação da filha adolescente de 15. Vanessa Dunguel cursa o ensino médio, que custa cerca de R$ 1,5 mil por mês. Também frequenta aulas de inglês, com uma despesa adicional de R$ 340 mensais. As aulas de balé custam mais R$ 340 mensais.

“Gastamos bastante com a educação da Vanessa. Temos que colocar também o combustível que gastamos para vir até a escola”, disse. Ela lembrou que Vanessa é a neta mais velha e que os avós e tios fazem questão de pagar as mensalidades da escola.

O engenheiro mecânico Helder de Souza Werneck, de 49 anos, considera a educação como um dos melhores investimentos. Ele tem duas filhas, Gabriela de 14 anos e Tainá de 19, e gasta em média com cada uma R$ 1.600 por mês. “Uma está na escola e a outra faz cursinho de vestibular. Além disso, pago por eventuais aulas de reforço particular e curso de inglês”, explica o engenheiro, que incentiva as filhas a focarem no estudo como meio de crescimento. “Por experiência própria. Inicialmente fui incentivado por meus pais e mais tarde eu mesmo procurei investir na minha educação, fazendo pós-graduação, mestrado e melhorando o inglês. Sei que foi a melhor coisa que eu fiz”, completa.

Regiões

Por região, o estudo mostra que o Sudeste tem o maior potencial de consumo, com 56,85%, seguido do Sul (15,32%) e do Nordeste (14,86%). O Centro-Oeste tem um potencial de 8,31% e o Norte, de 4,66%. Com relação ao consumo per capita, a estimativa de gasto no Sudeste é de R$ 373,07 por ano, seguido do Sul (R$ 323,48) e do Centro-Oeste (R$ 322,87). A região Norte aparece com um consumo de R$ 192,88 e o Nordeste, com R$ 187,18.

O cruzamento de dados por região e classe social mostra que a classe B do Sudeste tem o maior potencial de consumo, com R$ 17,30 bilhões, e a classe D/E da Região Norte o menor, com R$ 60 milhões.

Do Correio Braziliense

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Conheça os cursos a distância que serão lançados pela UNIVESP

A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) aposta no projeto que lhe dá autonomia, enviado este mês pelo governo do Estado à Assembleia, para ganhar mais peso no sistema público de ensino superior paulista. “É superimportante que a gente tenha personalidade jurídica própria”, diz a coordenadora geral da Univesp TV, Mônica Teixeira. “Uma parte do establishment da educação não acredita que é possível formar gente a distância como estamos fazendo.”

Com a autonomia, a Univesp pretende ampliar sensivelmente sua oferta de cursos certificados a distância, hoje limitada a duas licenciaturas (em Ciências, em parceria com a USP; e em Pedagogia, com a Unesp) e duas especializações (em Ética, Valores e Saúde na Escola; e em Ética, Valores e Cidadania na Escola, ambas em convênio com a USP).

Numa primeira etapa serão oferecidas duas novas licenciaturas (em Língua Portuguesa e em Matemática, ambas produções autônomas da Univesp), quatro bacharelados (Sistemas para Comércio Eletrônico e Segurança da Informação, autônomos; Engenharia da Computação e Engenharia de Produção, ambos em parceria com a Unesp), um tecnológico (Tecnologia em Processos Gerenciais, produzido em parceria com o Centro Paula Souza), uma especialização (Formação de Educadores para Libras, em parceria com a Unicamp) e um mestrado profissional (stricto sensu) em Formação de Professores de Engenharia (em parceria com a Escola Politécnica da USP).

Destes, o que está em estágio mais avançado é o de Tecnologia em Processos Gerenciais, que só aguarda a aprovação do projeto pela Assembleia e o credenciamento da Univesp pelo Ministério da Educação para abrir inscrições no processo seletivo. A expectativa do Centro Paula Souza é oferecer 3.200 vagas para o curso, de três anos de duração.

“O material institucional dos três primeiros semestres e a estrutura de laboratórios para a parte presencial estão prontos”, diz o coordenador de Ensino Superior de Graduação do Paula Souza, Angelo Luiz Cortelazzo. “Os outros três estão na fase final do design gráfico.”

Como a legislação impede a realização de cursos certificados estritamente online, 25% da carga horária será presencial. Os polos presenciais serão instalados na rede de 52 Faculdades de Tecnologia (Fatecs) subordinada ao Paula Souza.

O curso tecnológico será usado pela Univesp para conseguir o credenciamento do Conselho Nacional de Educação para funcionar como universidade. Isso porque o MEC só envia equipes para avaliar a estrutura da instituição quando ela tem pelo menos um curso com metade da carga horária pronta.

O programa de Tecnologia em Processos Gerenciais foi concebido para micro e pequenos empresários. Segundo o Paula Souza, dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) apontam que 700 mil empreendimentos em São Paulo são dirigidos por pessoas sem formação superior.
O Centro Paula Souza quer seguir a mesma lógica de demanda potencial em outros dois cursos que pretende oferecer em parceria com a Univesp, nas áreas de Museologia e Restauro. “São áreas com déficits de milhares de profissionais”, diz Cortelazzo. “A Secretaria de Cultura estima que faltem 7 mil profissionais só para suprir as necessidades da rede de museus do governo do Estado. Em restauro, temos uma demanda reprimida da ordem de 2 a 3 mil pessoas.”

Engenharia
No caso de Formação de Professores de Engenharia, a ideia do curso vem sendo discutida pela Univesp e a Poli há pelo menos um ano e meio. Mas só agora, com a institucionalização da Univesp, deverá sair do papel. “Está provado que o ensino online tem tecnologia suficiente para garantir uma boa formação”, diz o diretor da Poli, José Roberto Cardoso.

O curso visa a capacitar, inicialmente, os professores das Fatecs. Depois deverá ser expandido para atender docentes de universidades particulares. O mestrado funcionará no modelo semipresencial, mas ainda não foram definidos a localização dos polos ou o número de vagas.
Segundo Cardoso, o projeto do curso ainda precisa ser submetido às comissões internas da Poli. “É sempre bom encarar coisas novas”, diz. “A formação de professores em todas as áreas da Engenharia é um problema muito grave no País.”

Cardoso elogiou os planos da Unesp de lançar graduações em Engenharia da Computação e de Produção em parceria com a Univesp. “A USP vai acompanhar essa tendência, mas na sua velocidade. Temos DNAs diferentes.”

Os projetos dos cursos da Unesp também precisam passar pelas comissões internas da universidade. A meta é usar a estrutura da instituição, espalhada por 23 cidades paulistas, como polos de apoio presencial. Para cada polo seriam oferecidas 25 vagas em Produção e outras 25 em Computação no vestibular.
Segundo o coordenador do Núcleo de Educação a Distância (Nead) da Unesp, Klaus Schlünzen Junior, algumas unidades precisariam ser adaptadas para receber laboratórios e salas multimídia. “O investimento em EaD beneficia também os alunos dos cursos presenciais e a sociedade. Por conta do curso de Pedagogia, por exemplo, fizemos compras expressivas de livros, que estão disponíveis para quem mora perto dos polos presenciais.”

Klaus afirma que a principal dúvida dos professores responsáveis pelos novos cursos é o que se pode fazer na formação de engenheiros em cursos a distância, e não se é possível formar engenheiros a distância. “Depois da experiência com o curso de Pedagogia, alguns docentes acabaram percebendo as potencialidades da educação online”, diz. “É preciso criar a cultura, dentro da universidade, de usar a tecnologia para ensinar.”

Fonte: ESTADÃO

Ensino a distância mira público nordestino

 De olho no aumento da renda em regiões emergentes como Norte, Nordeste e Centro-Oeste, instituições privadas que atuam com ensino a distância investem na expansão da oferta de cursos de graduação e também de pós. A educação a distância (EAD) no País já é responsável por 930 mil alunos de graduação, segundo o mais recente censo do Ministério da Educação, referente a 2010. O número equivale a um sexto do total de 5,4 milhões de estudantes do ensino presencial.

Dos alunos de educação a distância, 75% estão no eixo Sul-Sudeste, o que confirma o potencial inexplorado de outras regiões. “O ensino a distância no Norte e no Nordeste já tem crescido, em termos percentuais, mais do que nas outras regiões”, afirma Luciano Sathler, diretor da Associação Brasileira de Educação a Distância.

No ano passado, a mineira Kroton, um dos principais grupos educacionais privados do Brasil, foi protagonista do maior negócio do setor ao comprar, por R$ 1,3 bilhão, a Unopar, do Paraná. Fonte: FOLHAPRESS

Crescimento rápido da EaD no Brasil e o controle de qualidade






Fonte: http://www.educacaoadistancia.blog.br/