segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Autogestão é marca do estudante do Ensino a distância

“”Rotina das aulas virtuais pede perfil disciplinado para garantir sucesso aos alunos de Ensino a Distância””

Otimização de tempo, mensalidade reduzida e possibilidade de estudar no conforto do lar. Os argumentos para estudar pelo sistema EaD (Ensino a Distância) são muito atrativos. Instituições de ensino de todos os tamanhos têm investido na tecnologia para levar as aulas para dentro da casa dos estudantes. Contudo, é necessário encaixar-se num perfil antes de efetuar a matrícula. Além disso, fazer a própriagestão de estudos é fundamental para conquistar aprovação.
Nos cursos presenciais, sejam de graduação ou pós-graduação, colegas de salas de aula e professores servem como “post-it” lembrando prazos. Diferentemente, no sistema de estudos pela web o estudante é responsável por estabelecer os horários de aula, a rotina de estudos para prova e buscar conhecimento complementar.
Se perder em meio a tantas tarefas é fácil para quem não está muito acostumado com organização, mas não para um aluno de EaD. “Eles são cuidadosos com prazos e horários”, destaca a conselheira da ABED (Associação Brasileira de Educação a Distância), Marta de Campos Maia. Junto de tanta organização, uma dose de ânimo ajuda a solidão das aulas. “É preciso ser extremamente motivado para dar conta das entregas, senão o aluno cansa e desiste”, analisa a conselheira.
Administrador do tempo
Depois de matriculado, é chegada a hora do “vamos ver”. O primeiro semestre costuma ser decisivo para entender o novo método, criando a seleção natural daqueles que desejam ir adiante. Para a representante de pólo de apoio presencial em Goiás, Marta Kratz, o maior erro é imaginar que EaD não tem rigor. “Desmistifica-se inicialmente a ideia de presença eventual nas aulas virtuais.”
Administrar tempo e tarefas sem interferência alheia revela mais uma faceta dos estudantes de Ensino a Distância: a autogestão. Sem esse predicado, em 15 dias é possível deixar de entender o conteúdo do curso e, por consequência, ser reprovado. “Se não for disciplinado e dedicado, o estudante não consegue ir além”, pontua a representante.
 
Administrador do tempo
Depois de matriculado, é chegada a hora do “vamos ver”. O primeiro semestre costuma ser decisivo para entender o novo método, criando a seleção natural daqueles que desejam ir adiante. Para a representante de pólo de apoio presencial em Goiás, Marta Kratz, o maior erro é imaginar que EaD não tem rigor. “Desmistifica-se inicialmente a ideia de presença eventual nas aulas virtuais.” Administrar tempo e tarefas sem interferência alheia revela mais uma faceta dos estudantes de Ensino a Distância: a autogestão. Sem esse predicado, em 15 dias é possível deixar de entender o conteúdo do curso e, por consequência, ser reprovado. “Se não for disciplinado e dedicado, o estudante não consegue ir além”, pontua a representante.
Fonte: Universia Brasil

domingo, 11 de dezembro de 2011

Com mais vagas, educação a distância precisa superar deficiências

Assistir a vídeos, participar de fóruns e esclarecer dúvidas por chat e e-mail é uma prática cada vez mais comum para os universitários brasileiros. A modalidade de educação a distância (EAD) cresceu nos últimos anos – já responde por 14,6% das matrículas na graduação -, mas os estudantes precisam ficar atentos para não perder conteúdo em relação às aulas tradicionais.
Quem opta por uma graduação ou qualquer outro curso a distância deve cumprir a mesma carga horária daqueles que frequentam as salas de aula de uma universidade. Segundo a coordenadora do núcleo de EAD da Universidade Metodista de São Paulo, Adriana de Azevedo, a diferença está no fato de o aluno poder estudar o conteúdo quando achar melhor. “Ele tem a opção de estudar diariamente, determinando horários para isso ou, então, fazer leituras e realizar suas tarefas nos finais de semana, por exemplo, caso sua rotina de trabalho seja muito intensa”, diz. Ainda assim, muitos alunos encontram dificuldades para assimilar o conteúdo dessa maneira.
No caso da Metodista, o acadêmico deve participar de encontros presenciais semanais, realizados nos polos EAD, localizados em diversas cidades do Brasil. Lá, ele assiste a aulas transmitidas da sede da instituição via satélite, ao vivo, e participa de trabalhos em grupo. Ainda que essa não seja uma determinação do MEC, Adriana explica que os encontros semanais são uma maneira de adaptar os alunos à nova realidade de ensino. “Achamos interessante criar um vínculo entre os estudantes, fortalecer a ideia de grupo, reforçar uma identidade”, destaca.
Ainda que variem de acordo com a instituição, os cursos a distância apresentam muitas características em comum: todos eles têm como base uma plataforma virtual, que disponibiliza conteúdo e permite que alunos e professores interajam por meio de fóruns e chats. É nessa plataforma que o estudante também tem acesso a apostilas e materiais em vídeo e áudio sobre o assunto. Além disso, seguindo exigências do MEC, todas as instituições devem aplicar provas presenciais de avaliação.
A coordenadora do Metodista garante que a modalidade atrai muitas pessoas já formadas em um curso de graduação presencial. É o caso de Sandra Brandt, graduada em Letras pela Unisinos, do Rio Grande do Sul. Mais de 20 anos depois da formatura, ela decidiu voltar a estudar. Cursou pós-graduação em Supervisão Escolar em EAD da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). “Aproveitei o curso tanto quanto teria aproveitado presencialmente, com a vantagem de que, sem precisar me deslocar, economizei tempo e dinheiro. Fui muito disciplinada. Lia todo o material, esclarecia as dúvidas com os professores. Se o aluno se compromete, o ensino a distância não perde para o presencial em nada”, diz.
Para especialista, falta preparo aos professores
As transferências de uma cidade para outra acabavam obrigando Roberto Teloecken a mudar de universidade sempre que o trabalho exigia. Por conta disso, algumas disciplinas cursadas eram invalidadas por outras instituições, e o estudante de Administração não conseguia se formar. A solução foi matricular-se em um curso a distância da Universidade Norte do Paraná (Unopar). Contudo Teloecken acredita que a modalidade apresenta carências.
“A faculdade a distância não promove diálogo nem troca de ideias como acontece na presencial”, diz. Roberto tinha uma aula presencial por semana, em um dos polos da universidade, quando assistia a uma transmissão feita pelo professor. “Nós podíamos mandar perguntas, mas, além de mim, milhares de outros alunos assistiam àquela aula. Na maioria das vezes, as dúvidas deles não correspondiam às minhas”.
Para conseguir aproveitar o conteúdo disponível ao máximo, Teloecken garante que seguiu as indicações dos professores com muita disciplina. “A EAD exige muita pesquisa, caso o aluno queira fazer um bom trabalho. Para ter uma atenção especial do professor, dá para usar o e-mail, além do fórum e do chat, que, mesmo com maior distância, possibilitam o contato com os colegas”, diz.
As ressalvas de Roberto em relação ao ensino a distância ilustram parte da crítica feita por especialistas. Organizador do recentemente lançado Educação a distância: cenário, formação e questões didático-metodológicas (Editora Wak, 2010), o sociólogo Marco Silva é cético quanto à qualidade do cenário atual da EAD no Brasil. Doutor em Comunicação, ele cita o descomprometimento dos alunos e a falta de preparo dos professores como alguns dos maiores problemas da modalidade.
Para ele, existe “uma espécie de mal estar em relação à EAD”. “O aluno lança mão desse recurso muitas vezes porque a universidade não abre outras possibilidades presenciais ou, então, porque mora muito longe da universidade e não tem tempo nem dinheiro para se deslocar. O problema é que, nesse caso, o próprio sujeito não está abraçando a causa com a coragem necessária. Ele próprio não está engajado. Não acredita, só faz porque não tem alternativa”, opina.
Silva é enfático na questão da má formação de professores. Na sua visão, os profissionais não são capacitados para atuar nesse formato. “Muitas vezes o professor vai para a modalidade online em busca de um plus no contracheque. Ele tem experiência no presencial, mas fica sabendo que a universidade vai abrir oferta em EAD e se candidata”, observa. “Nem sempre a universidade procura saber se esse profissional está capacitado, se ele sabe fazer um fórum ou um chat, por exemplo”.
Além de formar professores capacitados a interagir com os alunos, segundo Silva, é necessário desenvolver um desenho didático adequado à EAD. “É preciso rever a maneira como o conteúdo vai chegar ao aluno. Este conteúdo deve ser capaz de atrair e de instigar, e a docência deve ser capaz de aproximar”, diz.

Fonte: Terra

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Ensino a distância cresce rápido com qualidade questionada

Arquivado em Cursos Online , Educação a Distância , Legislação ead , Notícias , mec 2 Comentários

Segundo MEC, controle da abertura de cursos impede número maior de matrículas. Para especialistas, faltam investimentos no setor.

Os brasileiros que estudam pela internet para conquistar um diploma de ensino superior se multiplicaram nos últimos dez anos. Em 2001, apenas 5.359 estudantes estavam matriculados na modalidade de cursos a distância. Uma década depois, as matrículas nesse tipo de graduação aumentaram 170 vezes, chegando a 930.179 segundo o Censo da Educação Superior 2010, divulgado nesta segunda-feira pelo Ministério da Educação.
Apesar do grande crescimento, o ministro da Educação, Fernando Haddad, diz que o número de vagas oferecidas na modalidade poderia ter sido ainda maior. O controle da abertura de novos cursos, segundo ele, impediu a ampliação das matrículas nesse tipo de graduação. Como acontece com os presenciais, as instituições precisam de pré-requisitos – como projeto pedagógico, número mínimo de professores e infraestrutura – para abrir um novo curso. O MEC verifica essas condições para autorizar a abertura de vagas.
“O ensino a distância no País só não cresce mais em função da regulação do MEC. Se liberássemos, esse número duplicaria ou triplicaria, mas não queremos crescimento sem critério e, sim, sustentável”, ressaltou o ministro. Diante do total de matrículas no ensino superior, a modalidade que não exige a presença do aluno em sala de aula todos os dias representa 14,6%. Um crescimento de cinco pontos percentuais em relação ao ano anterior, quando 14,1% dos estudantes faziam cursos a distância no País.
Para quem se dedica a estudar a metodologia, faltam investimentos no setor para garantir qualidade de ensino nesse novo modelo. Consuelo Fernandez, da Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), diz que muitas instituições abriram cursos nessa modalidade com a ideia de que a oferta seria mais barata. Um equívoco, segundo ela, que custa caro para os alunos, especialmente, que não recebem boa formação.
“Falta reconhecer que, para fazermos um bom ensino, precisamos de investimento. É um mito a ideia de que a educação a distância é mais barata do que a presencial. Se a instituição investe em softwares, simuladores, capacitação dos professores para que de fato a interatividade com os alunos aconteça, a oferta se torna cara. Precisamos investir mais”, destaca a professora.
A diretora acadêmica e reitora da Universidade Estácio em São Paulo, Susane Garrido, concorda com a representante da Abed. Para ela, ainda é preciso investir na interação e garantir inclusão digital e social. “Ainda estamos nos apropriando das tecnologias para garantir a inclusão digital. Não chegamos ainda na inclusão social, para fazer com que o sujeito que não teria acesso algum a tecnologia e ensino tenha essa oportunidade”, afirma.

O crescimento da educação a distância

O número de estudantes matriculados nos cursos que não exigem presença nas salas de aulas todos os dias cresceu 170 vezes desde 2001.



Susane acredita que, se as instituições aproveitarem as possibilidades de interação oferecidas atualmente, os custos com tecnologia tendem a ficar mais baratos. “A gente pode compartilhar esforços”, diz. Ela ressalta, contudo, que as necessidades da modalidade ainda precisam ser melhor compreendidas. O ensino a distância exige projetos pedagógicos específicos e profissionais capacitados na área.
O futuro, para Consuelo, é ilimitado. Ela concorda que é possível crescer muito ainda no setor, especialmente por conta do desenvolvimento das novas tecnologias. “Vamos chegar a um momento em que não teremos mais educação presencial ou a distância, será tudo a mesma coisa”, garante. Na opinião dela, ainda há preconceito em relação à modalidade. “A legislação para a educação a distância ainda espelha a legislação presencial. Para mim, ainda faltam normas específicas também.
Os preferidos de quem estuda pela internet
A maior parte dos cursos oferecidos a distância é de licenciatura (45,8%), seguidos dos bacharelados (28,8%) e dos cursos tecnológicos (25,3%). Para as especialistas, não há impedimentos em formar bons professores – estudantes de licenciaturas – ou bons tecnólogos nos cursos a distância. Susane e Consuelo defendem que os problemas de qualidade das instituições são os mesmos em qualquer tipo de graduação.
“Há uma tendência em colocar a educação a distância como responsável pela qualidade ou não de um curso por si só. Mas o que temos de considerar é que, se uma instituição de ensino não tem qualidade no ensino presencial, certamente não terá a distância. Não é porque um curso é presencial que é bom”, comenta Susane.
Consuelo ressalta que já existem programas que simulam práticas que ajudam a alavancar a qualidade da formação. E os estágios e atividades práticas não são excluídos de grande parte dos cursos.

Fonte: UltimoSegundo-IG

Leia também:
A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO BRASIL -Algumas considerações sobre critérios de qualidade – BAIXAR PDF
REFERENCIAIS DE QUALIDADE PARA CURSOS A DISTÂNCIA – Baixar PDF

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

LIVROS EM PDF - Livros grátis

É só clicar no título para ler ou imprimir.
1.
A Divina Comédia -Dante Alighieri
2.
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3.
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4.
Dom Casmurro -Machado de Assis
5.
Cancioneiro -Fernando Pessoa
6.
Romeu e Julieta -William Shakespeare
7.
A Cartomante -Machado de Assis
8.
Mensagem -Fernando Pessoa
9.
A Carteira -Machado de Assis
10.
A Megera Domada -William Shakespeare
11.
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
12.
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13.
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14.
Dom Casmurro -Machado de Assis
15..
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16.
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17.
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18.
A Carta -Pero Vaz de Caminha
19.
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20.
Macbeth -William Shakespeare
21.
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
22.
A Tempestade -William Shakespeare
23.
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24.
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25.
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26.
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27.
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28.
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29.
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30.
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
31.
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
32.
A Mão e a Luva -Machado de Assis
33.
Arte Poética -Aristóteles
34.
Conto de Inverno -William Shakespeare
35.
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
36.
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37.
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38.
A Metamorfose -Franz Kafka
39.
A Cartomante -Machado de Assis
40.
Rei Lear -William Shakespeare
41.
A Causa Secreta -Machado de Assis
42.
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43.
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44.
Júlio César -William Shakespeare
45.
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
46.
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47.
Cancioneiro -Fernando Pessoa
48.
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
49.
A Ela -Machado de Assis
50.
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51.
Dom Casmurro -Machado de Assis
52.
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53.
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54.
Adão e Eva -Machado de Assis
55.
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56.
A Chinela Turca -Machado de Assis
57.
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
58.
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
59.
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
60.
Iracema -José de Alencar
61.
A Mão e a Luva -Machado de Assis
62.
Ricardo III -William Shakespeare
63.
O Alienista -Machado de Assis
64.
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
65.
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
66.
A Carteira -Machado de Assis
67.
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68.
Senhora -José de Alencar
69.
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
70.
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
71.
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72.
Sonetos -Luís Vaz de Camões
73.
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74.
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75.
Iracema -José de Alencar
76.
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
77.
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
78.
O Guarani -José de Alencar
79.
A Mulher de Preto -Machado de Assis
80.
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
81.
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
82..
A Pianista -Machado de Assis
83.
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84.
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85.
A Herança -Machado de Assis
86.
A chave -Machado de Assis
87.
Eu -Augusto dos Anjos
88.
As Primaveras -Casimiro de Abreu
89.
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90.
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91.
Quincas Borba -Machado de Assis
92.
A Segunda Vida -Machado de Assis
93.
Os Sertões -Euclides da Cunha
94.
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95.
O Alienista -Machado de Assis
96.
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97.
Medida Por Medida -William Shakespeare
98.
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99.
A Alma do Lázaro -José de Alencar
100.
A Vida Eterna -Machado de Assis
101.
A Causa Secreta -Machado de Assis
102.
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103.
Divina Comedia -Dante Alighieri
104.
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105.
Coriolano -William Shakespeare
106.
Astúcias de Marido -Machado de Assis
107.
Senhora -José de Alencar
108.
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109.
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
110.
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
111.
A 'Não-me-toques' ! -Artur Azevedo
112.
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113.
Obras Seletas -Rui Barbosa
114.
A Mão e a Luva -Machado de Assis
115.
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116.
Aurora sem Dia -Machado de Assis
117.
Édipo-Rei -Sófocles
118.
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119.
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120.
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121.
Tito Andrônico -William Shakespeare
122.
Adão e Eva -Machado de Assis
123.
Os Sertões -Euclides da Cunha
124.
Esaú e Jacó -Machado de Assis
125.
Don Quixote -Miguel de Cervantes
126.
Camões -Joaquim Nabuco
127.
Antes que Cases -Machado de Assis
128.
A melhor das noivas -Machado de Assis
129.
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130.
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131.
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
132.
Helena -Machado de Assis
133.
Contos -José Maria Eça de Queirós
134.
A Sereníssima República -Machado de Assis
135.
Iliada -Homero
136.
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137.
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
138.
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139.
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
140.
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
141.
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
142.
A Carne -Júlio Ribeiro
143.
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144.
Don Quijote -Miguel de Cervantes
145.
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
146.
A Semana -Machado de Assis
147.
A viúva Sobral -Machado de Assis
148.
A Princesa de Babilônia -Voltaire
149.
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150.
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151.
Papéis Avulsos -Machado de Assis
152.
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153.
Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
154.
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155.
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
156.
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157.
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158.
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159.
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160.
Almas Agradecidas -Machado de Assis
161.
Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162.
Contos Fluminenses -Machado de Assis
163.
Odisséia -Homero
164.
Quincas Borba -Machado de Assis
165.
A Mulher de Preto -Machado de Assis
166.
Balas de Estalo -Machado de Assis
167.
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168.
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169.
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170.
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171.
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172.
Cinco Minutos -José de Alencar
173.
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174.
Lucíola -José de Alencar
175..
A Parasita Azul -Machado de Assis
176.
A Viuvinha -José de Alencar
177.
Utopia -Thomas Morus
178.
Missa do Galo -Machado de Assis
179.
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
180.
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
181.
Hamlet -William Shakespeare
182.
A Ama-Seca -Artur Azevedo
183.
O Espelho -Machado de Assis
184.
Helena -Machado de Assis
185.
As Academias de Sião -Machado de Assis
186.
A Carne -Júlio Ribeiro
187.
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188.
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189.
Antes da Missa -Machado de Assis
190.
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191.
A Carta -Pero Vaz de Caminha
192.
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193.
A mulher Pálida -Machado de Assis

[ TRUNCATED - The text of this message was too long. The full text has been included as attachment. ]



Fonte: iz.sp.gov.br

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Reprimir erros afasta criatividade da empresa

Por Viviane Sousa - 13/04/2011
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À primeira vista pode parecer estranho, mas erros cometidos por funcionários pela falta de habilidade ou excesso de entusiasmo não devem ser reprimidos severamente pelos gestores. Segundo Alexandre Prates, especialista em liderança, desenvolvimento humano e performance organizacional do ICA (Instituto de Coaching Aplicado), o correto é apenas orientar para o equívoco não volte a acontecer. E o motivo é simples: tais erros permitem que os funcionários liberem a criatividade e desenvolvam projetos inovadores para a empresa. Além disso, a equipe pode aprender mais com os erros cometidos.
"Quando os funcionários não são desafiados a criar e não têm 'liberdade' de errar eles se acomodam. Com medo de possíveis consequências que um erro pode gerar, perdem a coragem e a vontade de inovar, de dar sugestões e até mesmo de se envolver mais com as atividades que exercem. Quem perde com isso é a empresa, que deixa de aproveitar o potencial de muitos talentos”, destaca Prates.
Convém, no entanto, alertar para um risco. Antes de estabelecer uma cultura de desafios e de maior liberdade para os funcionários, é importante adotar medidas que impeçam os departamentos de se transformarem em campo de testes de criação sem qualquer tipo de planejamento, pois isso pode levar a prejuízos.
Para evitar problemas como esse e, ao mesmo tempo, minimizar erros, a dica é estabelecer regras e limites, planejando as ações com detalhes. “Qualquer ideia, por exemplo, deve ter seus prós e contras avaliados pelo autor e por seu gestor antes de se tornar um projeto. Já quando se transformam em projetos precisam ter principalmente custos e riscos medidos antes de serem colocados em prática. O importante é que o planejamento garanta o máximo de certeza de que a inovação trará resultados positivos. E isso deve ser estimulado em todas as áreas”, recomenda Prates.
Se, nesse processo, um erro for cometido, o gestor precisa avaliar as razões e orientar corretamente a equipe. "A falta de alguma habilidade ou conhecimento é um problema que pode ser resolvido com treinamento. Já o erro por excesso de entusiasmo é facilmente corrigido com conselhos”, explica Jane Souza, consultora de RH do Grupo Soma – Desenvolvimento Corporativo. Segundo ela, incentivar o funcionário a admitir o erro e a ser proativo na busca de soluções é muito importante nessa hora.
Erros por falta de comprometimento
Esse é um problema que precisa ser combatido. Para isso, deve-se identificar as causas, que normalmente são falta de motivação ou desgaste físico ou mental. Ambos estão ligados diretamente à empresa. A equipe pode estar desmotivada pela falta de benefícios, de melhores condições de trabalho e, até mesmo, de ferramentas básicas para exercer sua função adequadamente. Já o desgaste pode estar relacionado ao excesso de trabalho diário e a longos períodos sem folgas ou férias.
Para Jane, “esses são problemas que a empresa precisa e pode evitar com programas elaborados pelo RH com base nas necessidades dos funcionários e de seus departamentos". No entanto, se for constatado que a falta de compromisso tem a ver com dificuldades do funcionário de se encaixar ou aceitar a cultura da empresa, por mais que suas expectativas sejam atendidas, é recomendado avaliar se vale a pena ele continuar na equipe.
Medidas como essas são simples de adotar e podem ajudar sua empresa a aproveitar mais o potencial dos funcionários para inovar e, assim, obter maior eficiência. Pense nisso!

Veja também:
SM Responde: como motivar os funcionários?
Matéria da edição: AGOSTO: Top Five
Leia mais sobre: Erros , Motivação , Planejamento , Recursos Humanos
Permalink:

Fonte:  Supermercado Moderno

terça-feira, 11 de outubro de 2011

1.500 vagas gratuitas de mestrado para professor

Arquivado em Cursos Online , Educação a Distância , Tecnologias ,  mec  0 Comentários
Estão abertas até o dia 26 próximo as inscrições para curso de mestrado profissional, gratuito, destinado à qualificação de professores de matemática. São oferecidas 1.525 vagas, em todo país, em 65 polos da Universidade Aberta do Brasil (UAB).
Financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação, o curso de pós-graduação destina-se a professores de matemática da educação básica, especialmente de escolas públicas. Ele será ministrado na modalidade semipresencial por uma rede de instituições de educação superior ligadas à UAB, sob a coordenação da Sociedade Brasileira de Matemática.
Para concorrer às vagas, os candidatos terão de passar pelo Exame Nacional de Acesso, que consiste em prova única, em 26 de novembro, com questões objetivas e discursivas e duração máxima de quatro horas. Cada polo do programa destinará 80% das vagas a professores da rede pública de educação básica.
Estão abertas até o dia 26 próximo as inscrições para curso de mestrado profissional, gratuito, destinado à qualificação de professores de matemática. São oferecidas 1.525 vagas, em todo país, em 65 polos da Universidade Aberta do Brasil (UAB).
Financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação, o curso de pós-graduação destina-se a professores de matemática da educação básica, especialmente de escolas públicas. Ele será ministrado na modalidade semipresencial por uma rede de instituições de educação superior ligadas à UAB, sob a coordenação da Sociedade Brasileira de Matemática.
Para concorrer às vagas, os candidatos terão de passar pelo Exame Nacional de Acesso, que consiste em prova única, em 26 de novembro, com questões objetivas e discursivas e duração máxima de quatro horas. Cada polo do programa destinará 80% das vagas a professores da rede pública de educação básica.
Matrícula — Ao fazer a matrícula, como determina o edital do Exame Nacional de Acesso, os candidatos aprovados devem apresentar contracheque ou declaração da Secretaria de Educação, estadual ou municipal, ou ato de nomeação publicado no Diário Oficial do estado ou município. Além disso, devem apresentar declaração do diretor da escola, com firma reconhecida, de que estão no exercício da docência de matemática no ensino básico.

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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Faltam 6 milhões de professores

Arquivado em Educação a Distância , Legislação ead ,  Notícias , mec 2 Comentários


Estimativa da ONU é a de que, se não forem contratados, países não atinjam meta de dar ensino básico a todas as crianças até 2015.

A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que são necessários 6,1 milhões de professores em todo o mundo para que o acordo de universalização da educação básica até 2015 seja cumprido. A meta de garantir que todas as crianças do mundo concluam o ensino básico até essa data faz parte dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, compromisso assinado por 191 países em 2000.
O alerta foi feito nesta quarta-feira, em que se comemora o Dia Internacional do Professor. Segundo a organização, do total, 2 milhões de professores precisam ser formados e contratados. Os outros 4,1 milhões de profissionais são necessários para substituir professores aposentados, doentes ou que trocarão de carreira até lá.
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) diz que metade dos docentes precisam atuar na África Subsaariana. Os Estados Árabes necessitam de 243 mil profissionais, outros 292 mil devem trabalhar no sul e oeste da Ásia e a Europa Ocidental e América do Norte, precisam de mais 155 mil professores.
A Europa Central e a Oriental, a Ásia Central e a Ocidental, a América Latina e o Caribe, juntos, somam 11% da escassez global. “Se quisermos dar oportunidades iguais para nossos filhos e filhas, devemos criar políticas que estimulem homens e mulheres à profissão de docente”, afirmou a Diretora-Geral da Unesco, Irina Bokova.
O tema do Dia Internacional do Professor em 2011 é “Professores para a Igualdade entre Gêneros”. A Unesco está promovendo fóruns e divulgação de estudos sobre o tema em homenagem à data.